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quarta-feira, 31 de março de 2010

Crack : Ele causa depedência e MATA

O que é?
O crack é uma mistura de cloridrato de cocaína (cocaína em pó), bicarbonato de sódio ou amónia e água destilada, que resulta em pequeninos grãos, fumados em cachimbos ( improvisados ou não). É mais barato que a cocaína mas, como seu efeito dura muito pouco, acaba sendo usado em maiores quantidades, o que torna o vício muito caro, pois seu consumo passa a ser maior.
Estimulante seis vezes mais potente que a cocaína, o crack provoca dependência física e leva à morte por sua acção fulminante sobre o sistema nervoso central e cardíaco.

Quais são as reacções do crack? O que ele provoca no organismo?
O crack leva 15 segundos para chegar ao cérebro e já começa a produzir seus efeitos: forte aceleração dos batimentos cardíacos, aumento da pressão arterial, dilatação das pupilas, suor intenso, tremor muscular e excitação acentuada, sensações de aparente bem-estar, aumento da capacidade física e mental, indiferença à dor e ao cansaço. Mas, se os prazeres físicos e psíquicos chegam rápido com uma pedra de crack, os sintomas da síndrome de abstinência também não demoram a chegar.  Em 15 minutos, surge de novo a necessidade de inalar a fumaça de outra pedra, caso contrário chegarão inevitavelmente o desgaste físico, a prostração e a depressão profunda.

Estudiosos como o farmacologista Dr. F. Varella de Carvalho asseguram que "todo usuário de crack é um candidato à morte", porque ele pode provocar lesões cerebrais irreversíveis por causa de sua concentração no sistema nervoso central.


     O crack é uma droga mais forte que as outras?

Sim, as pessoas que o experimentam sentem uma compulsão ( desejo incontrolável) de usá-lo de novo, estabelecendo rapidamente uma dependência física, pois querem manter o organismo em ritmo acelerado. As estatísticas do Denarc ( Departamento Estadual de Investigação sobre Narcóticos) indicam que, em Janeiro de 1992, dos 41 usuários que procuraram ajuda no Denarc, 10% usavam crack e, em Fevereiro desse mesmo ano, dos 147 usuários, já eram 20%. Esses usuários, em sua maioria, têm entre 15 e 25 anos de idade e vêm tanto de bairros pobres da periferia como de ricas mansões de bairros nobres.

 

Como o crack é uma das drogas de mais altos poderes viciantes, a pessoa, só de experimentar, pode tornar-se um viciado. Ele não é, porém, das primeiras drogas que alguém experimenta. De um modo geral, o seu usuário já usa outras, principalmente cocaína, e passa a utilizar o crack por curiosidade, para sentir efeitos mais fortes, ou ainda por falta de dinheiro, já que ele é bem mais barato por grama do que a cocaína. Todavia, como o efeito do crack passa muito depressa, e o sofrimento por sua ausência no corpo vem em 15 minutos, o usuário   usa-o em maior quantidade, fazendo gastos ainda maiores do que já vinha fazendo. 

Para conseguir, então, sustentar esse vício, as pessoas começam a usar qualquer método para comprá-lo. Submetidas às pressões do traficante e do próprio vício, já não dispõem de tempo para ganhar dinheiro honestamente; partem, portanto, para a ilegalidade: tráfico de drogas, aliciamento de novas pessoas para a droga, roubos, assaltos, etc.


Postado por: Deiseane
Fonte: Ministério da Saúde

Segunda etapa de vacinação contra gripe pandêmica termina na próxima sexta-feira

Gestantes, crianças de seis meses a menores de dois anos e doentes crônicos devem ser imunizados até dia 2 de abril. Estados e municípios são responsáveis por divulgar locais e horários de distribuição das doses
     A segunda etapa da estratégia nacional de vacinação contra gripe pandêmica termina na próxima sexta-feira, dia 2 de abril. Iniciada no último dia 22 de março, a etapa tem como públicos-alvo gestantes, crianças de seis meses a dois anos e doentes crônicos (exceto idosos), em um total estimado em 20,4 milhões de pessoas. A meta é imunizar pelo menos 80% dessa população. Todas as Secretarias Estaduais de Saúde já receberam as doses necessárias para a segunda etapa. Os estados, em parceria com os municípios, são responsáveis por divulgar os locais e os horários de vacinação, independentemente do feriado nacional do próximo dia (Sexta-Feira da Paixão). Em todo o país, são mais de 36 mil salas de imunização.

     Todas as grávidas, independentemente do período de gestação, devem se vacinar. As mulheres que engravidarem após o fim dessa etapa poderão se imunizar nas fases seguintes. Não é preciso apresentar atestado médico confirmando a gravidez.

     Na vacinação das crianças, pais e responsáveis devem levar aos locais de imunização apenas os bebês que já completaram seis meses de idade e os menores de dois anos. É muito importante levar o cartão de vacinação das crianças. Elas receberão uma dose dividida em duas vezes. A segunda meia dose será administrada 30 dias após a primeira. Se a criança completar seis meses depois do dia 2 de abril, também poderá ser vacinada normalmente.

     Em relação aos doentes crônicos, devem procurar os postos de vacinação pessoas com menos de 60 anos que têm problemas sérios de coração, pulmão, rins, fígado, diabéticos, pacientes em tratamento para aids e câncer ou os chamados grandes obesos (veja lista abaixo). Aqueles que serão vacinados devem levar aos postos um documento de identidade com foto e a carteira de vacinação do adulto, se possuírem. Também não é necessário apresentar atestado médico para comprovar a doença crônica.



Postado por: Deiseane
FONTE: Ministério da Saúde

Hanseníase

O que é?

     A hanseníase é uma doença infecciosa, de evolução crônica (muito longa) causada pelo Mycobacterium leprae, microorganismo que acomete principalmente a pele e os nervos das extremidades do corpo. A doença tem um passado triste, de discriminação e isolamento dos doentes, que hoje já não existe e nem é necessário, pois a doença pode ser tratada e curada.

     A transmissão se dá de indivíduo para indivíduo, por germes eliminados por gotículas da fala e que são inalados por outras pessoas penetrando o organismo pela mucosa do nariz. Outra possibilidade é o contato direto com a pele através de feridas de doentes. No entanto, é necessário um contato íntimo e prolongado para a contaminação, como a convivência de familiares na mesma residência. Daí a importância do exame dos familiares do doente de hanseníase.

     A maioria da população adulta é resistente à hanseníase, mas as crianças são mais susceptíveis, geralmente adquirindo a doença quando há um paciente contaminante na família. O período de incubação varia de 2 a 7 anos e entre os fatores predisponentes estão o baixo nível sócio-econômico, a desnutrição e a superpopulação doméstica. Devido a isso, a doença ainda tem grande incidência nos países subdesenvolvidos.

Manifestações Clínicas

     As formas de manifestação da hanseníase dependem da resposta imune do hospedeiro ao bacilo causador da doença. Esta resposta pode ser verificada através do teste de Mitsuda, que não dá o diagnóstico da doença, apenas avalia a resistência do indivíduo ao bacilo. Um resultado positivo significa boa defesa, um resultado negativo, ausência de defesa e um resultado duvidoso, defesa intermediária. Temos então, as seguintes formas clínicas da doença:
  • Hanseníase indeterminada: forma inicial, evolui espontaneamente para a cura na maioria dos casos e para as outras formas da doença em cerca de 25% dos casos. Geralmente, encontra-se apenas uma lesão, de cor mais clara que a pele normal, com diminuição da sensibilidade. Mais comum em crianças.
  • Hanseníase tuberculóide: forma mais benigna e localizada, ocorre em pessoas com alta resistência ao bacilo. As lesões são poucas (ou única), de limites bem definidos e um pouco elevados e com ausência de sensibilidade (dormência). Ocorrem alterações nos nervos próximos à lesão, podendo causar dor, fraqueza e atrofia muscular.
  • Hanseníase borderline (ou dimorfa): forma intermediária que é resultado de uma imunidade também intermediária. O número de lesões é maior, formando manchas que podem atingir grandes áreas da pele, envolvendo partes da pele sadia. O acometimento dos nervos é mais extenso.
  • Hanseníase virchowiana (ou lepromatosa): nestes casos a imunidade é nula e o bacilo se multiplica muito, levando a um quadro mais grave, com anestesia dos pés e mãos que favorecem os traumatismos e feridas que podem causar deformidades, atrofia muscular, inchaço das pernas e surgimento de lesões elevadas na pele (nódulos). Órgãos internos também são acometidos pela doença. 
     A hanseníase pode apresentar períodos de alterações imunes, os estados reacionais. Na hanseníase borderline, as lesões tornam-se avermelhadas e os nervos inflamados e doloridos. Na forma virchowiana, surge o eritema nodoso hansênico: lesões nodulares, endurecidas e dolorosas nas pernas, braços e face, que se acompanham de febre, mal-estar, queda do estado geral e inflamação de órgãos internos. Estas reações podem ocorrer mesmo em pacientes que já terminaram o tratamento, o que não significa que a doença não foi curada. 

 Tratamento:
     A hanseníase tem cura. O tratamento da hanseníase no Brasil é feito nos Centros Municipais de Saúde (Postos de Saúde) e os medicamentos são fornecidos gratuitamente aos pacientes, que são acompanhados durante todo o tratamento.
A duração do tratamento varia de acordo com a forma da doença: 6 meses para as formas mais brandas e 12 meses para as formas mais graves.
 Postado por: Deiseane

terça-feira, 23 de março de 2010

Inflamação Crônica

     A inflamação crônica dura semanas, meses ou anos, inflamação crônica é caracterizada pelos fenômenos proliferativos, com formação de fibrose.



A inflamação crônica ocorre nas seguintes situações:


1. Infecção persistente por certas bactérias como por exemplo o bacilo da tuberculose

2. Exposição prolongada a determinadas substâncias irritantes tais como a sílica

3. Reações autoimunes como por exemplo no lupus eritematoso sistêmico

 
 
Características morfológicas:


1. Infiltrado inflamatório por células mononucleares (macrófagos, linfócitos e plasmócitos)

2. Destruição tecidual que é produzida pela persistência do agente agressor ou pelas células inflamatórias

3. Tentativa de reparo que produz tecido conjuntivo



Figura: (Os papéis dos macrófagos na inflamação crônica do livro Robbins  e Cotran Patologia básica.)
 
 
Os macrófagos são as principais células da inflamação crônica e acumulam-se no foco inflamatório por três mecanismos:


1. Quimiotaxia

2. Proliferação de macrófagos no foco inflamatório

3. Liberação no foco inflamatório de um fator de inibição da migração de macrófagos, que os impede de abandonar o foco inflamatório



  Figura: Mecanismos de acumulação de macrófagos nos tecidos
 
 
 
Outras células importantes na inflamação crônica são:


1. Linfócitos - mobilizados em reações imunes (T e B) e não imunes. Interagem com os macrófagos.

2. Eosinófilos – são particularmente abundantes nas reações imunes mediadas por IgE e nas parasitoses

3. Mastócitos – são células abundantes no tecido conjuntivo e que podem liberar histamina, particularmente nas reações anafiláticas a drogas, venenos de insetos e reações a alimentos

4. Leucócitos polimorfonucleares – embora sejam mais característicos das inflamações agudas, podem ser encontrados também nas inflamações crônicas.

As inflamações crônicas podem ser divididas, sob o ponto de vista anátomo-patológico, em inflamações crônicas específicas (granulomatosas) e inespecíficas.

As inflamações específicas são caracterizadas pelos granulomas, que são acúmulos localizados de macrófagos e macrófagos modificados, (células epitelióides e células gigantes inflamatórias). Os granulomas podem ainda apresentar outras células tais como linfócitos, eosinófilos e fibroblasto, além de necrose e do próprio agente agressor.


Postado por: Deiseane

sábado, 20 de março de 2010

Pai da PATOLOGIA

Rudolf Ludwig Karl Virchow

(nascido em 13 de outubro de 1821, Schivelbein, Pomerânia, hoje Polônia - falecido em 5 de setembro de 1902, Berlim, Império Alemão)  ,foi um médico e político alemão.
      É considerado o pai da patologia moderna e da medicina social, além de antropólogo e político liberal (Partido Progressista Alemão e Partido Livre-Pensador Alemão).
             Filho do açougueiro Carl Virchow e de Johanna Hesse Virchow, graduou-se em 1843 em medicina em Berlim, pela Academia Militar da Prússia. Tornou-se professor em 1847. Por participação ativa na Revolução de Março (1848-1849), mudou-se para Würzburg, onde trabalhou como anatomista. Casou em 1850 com Rose Mayer, com quem teve 3 filhos e 3 filhas. Em 1856 retornou a Berlim, para assumir a cátedra de anatomia patológica da Universidade de Berlim.
             Durante a Guerra Franco-Prussiana, liderou pessoalmente o primeiro hospital móvel para atender os soldados no front. Também envolveu-se em atividades sociais, como saneamento básico, arquitetura de construção hospitalar, melhoramento de técnicas de inspeção de carne e higiene escolar.
            Foi ele quem elucidou o mecanismo do tromboembolismo, cujos fatores são conhecidos até hoje como tríade de Virchow. Foi o primeiro a publicar um trabalho científico sobre leucemia, pelo qual todas as formas de lesão orgânica começam com alterações moleculares ou estruturais das células.
            Em 1858, ele estabeleceu o conceito da Teoria Celular, pelo qual todas as formas de lesão orgânica começam com alterações moleculares ou estruturais das células. Em 1874, Dr. Virchow padronizou a técnica de necrópsia, cuja base é utilizada até os dias atuais. Ele fundou as disciplinas de patologia celular, patologia comparativa e antropologia
            Foi membro ativo na vida política do II Reich alemão, como ferrenho opositor ao Chanceler Otto von Bismarck.

Artigos e livros:

• Mittelheilungen über die Typhus-Epidemie, 1848

• Die Cellularpathologie, 1858

• Handbuch der speciellen Pathologie und Therapie, 1854-1862

• Vorlesungen über Pathologie, 1862-1872

• Die krankhaften Geschwülste, 1863-1867


POSTADO POR: Emanuely

CÂNCER DO COLO DO ÚTERO

          

           É causado pelo papiloma vírus humano ou HPV que na pele e nas mucosas genitais como vulva, vagina, colo do útero e pênis . Existem mais de 30 tipos do vírus.Os tipos 16 e 18 causam 70% dos casos de câncer do colo do útero,40 a 50% dos casos de câncer da vulva,705 dos casos de câncer vaginal.Os tipos 6 e 11 causam 90% dos casos de verrugas nos órgãos genitais.

           È a segunda maior causa de morte por câncer em mulheres em todo o mundo, 8 em 10 mulheres irão contrair o HPV durante a vida, especialmente durante a adolescência. O contágio dá-se por qualquer tipo de contato genital, não é necessário a relaçõa sexual. Pode fetar homens e mulheres e geralmente não apresenta sinais e sintomas.Após o contágio o HPV pode desaparecer por si só ou evoluir para formas cancerosas.
  • Responsável por 3 em 4 infecções em mulheres de 15 a 25 anos;
  • Muitos contraem o vírus nos 2 a 3 primeiros anos de vida;
  • Metade das mulheres desenvolvem o câncer do colo do útero.
                                           
COMO PREVENIR?

          Faça o exame do papanicolau ou colposcopia para detectar células anormais no revestimento do colo útero,antes de que elas se transformem em lesões pré-cancerosas ou câncer. O diagnóstico final é feito através de biópsia da área suspeita.

Forma microscópica, que aparece no pênis, vagina e colo de útero:





POSTADO POR: Nayara

         
         

sexta-feira, 19 de março de 2010

Cirrose Hepática

    
     A cirrose hepática pode ser definida anatomicamente como um processo difuso de fibrose e formação de nódulos, acompanhando-se freqüentemente de necrose  hepatocelular. Apesar das acusas variarem, todas resultam no mesmo processo. Estima-se que aproximadamente 40% dos pacientes com cirrose são assintomáticos.

Quadro Clínico:
  • Fraqueza;
  • Adinamia;
  • Fadiga;
  • Anorexia;
  • Caquexia: por anorexia, má- absorção de nutrientes por diminuição do fluxo de bile e do edema intestinal, redução do estoque hepático de vitaminas hidrossolúveis e micronutrientes, redução do metabolismo hepático e muscular pelo aumento das citocinas e balanço alterado de hormônios que mantém a homeostase metabólica (insulina, glucagon e hormônios tireoidianos);
  • Equimoses e sangramentos espontâneos;
  • Feminilização: por acúmulo de androstenediona, pode haver ginecomastia, atrofia testicular, eritema palmar e spiders (abaixo);
  • Irregularidade menstrual;
  • Encefalopatia;
  • Hipertensão portal: retenção de sódio e água (ascite e edema), hiperesplenismo (trombocitopenia), shunts portossistêmicos (hemorróidas e dilatação venosa em abdome) e varizes esofágicas;
  • Neuropatia autonômica;
  • Etilismo: contraturas de Dupuytren, atrofia dos músculos proximais e neuropatia periférica;
  • Doença de Wilson: pode causar insuficiência hepática aguda com anemia hemolítica; pode se manifestar como cirrose associada a achados neurológicos por envolvimento dos gânglios basais (distúrbios de movimento, tremores, espasticidade, rigidez, coréia e disartria) e anéis de Kayser-Fleisher (por deposição de cobre na membrana de Descemet);
  •  Hemocromatose: pigmentação cinza metálica em áreas expostas ao sol, genitais e cicatrizes; artropatia das pequenas articulações das mãos, particularmente 2ª e 3ª metacarpofalangeanas.
Causas da Cirrose:
  • hepatite autoimune;
  • Lesão hepática induzida pelo álcool;
  • Hepatite viral B, C, D ou não-B não-C;
  • Doenças metabólicas: Deficiência de a 1-antitripsina, Doença de Wilson e Hemocromatose;
  • Distúrbios vasculares: Insuficiência cardíaca direita crônica e Síndrome de Budd-Chiari;
  • Cirrose biliar;
  • Cirrose Criptogênica.
Prescrições de Enfermagem:


     O repouso deve ser prescrito para que o fígado restabeleça sua capacidade funcional. Se o paciente estiver hospitalizado, o peso e a ingestão de líquido, bem como as eliminações, são medidos e registrados diariamente. A posição do paciente na cama é ajustada para a eficiência respiratória máxima, que é especialmente importante se a ascite for acentuada, pois ela interfere na excursão torácica adequada. Pode ser necessária a terapia de oxigênio, na insuficiência hepática, para oxigenar as células danificadas e evitar maior destruição celular. O repouso reduz as demandas do fígado e aumenta o suprimento de sangue para o mesmo. Como o paciente é susceptível aos problemas da imobilidade, devem ser iniciados os procedimentos para evitar as perturbações respiratórias, circulatórias e vasculares. Isto pode evitar como pneumonia, tromboflebite e úlceras de pressão. Quando a nutrição melhora e a força aumenta, o paciente é encorajado a aumentar a atividade gradualmente.
     Cuidados de pele são essenciais devido à presença de edema subcutâneo, à imobilidade do paciente, à icterícia e ao aumento de susceptibilidade da pele a lesões e infecção. As freqüentes mudanças de decúbito são necessárias para evitar úlceras de pressão. São evitados os usos de sabão irritante e de fita adesiva para prevenir traumas da pele. As loções podem ser suavizantes para a pele irritada. São tomadas medidas para que o paciente não coce a pele.
     O paciente com cirrose é protegido de quedas e outras injúrias. As grades laterais da cama são levantadas e acolchoadas com cobertores macios para diminuir os riscos se o paciente ficar agitado ou inquieto. O paciente é orientado quanto ao tempo e local, e todos os procedimentos são explicados para minimizar a agitação do paciente. Qualquer injúria é avaliada cuidadosamente, devido à possibilidade de sangramento interno.


Fonte: http://www.hepcentro.com.br/cirrose.htm
Imagem: http://www.google.com.br


Postado por: Paula